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A Junta de Freguesia de Águas Santas

Tem um novo site e está nas redes sociais...

Informação importante - Balcão Multisserviços

Informam-se todos os cidadãos que a partir de 10 de Fevereiro vai funcionar nesta Junta de Freguesia um novo Serviço de Atendimento (BALCÃO MULTISERVIÇOS), onde estão disponíveis as seguintes Valências:IMT, Seg. Social, C.G.A., A.D.S.E e DGAJ.

Aviso:

Registo dos Artistas da Freguesia

Vamos ser um parceiro na divulgação/promoção dos artistas. Ficha de Inscrição

História

Águas Santas cuja história se perde na bruma da memória, preserva vestígios dos nossos ancestrais. Um dos mais valiosos testemunhos da Arte Rupestre da Idade do Bronze, é a “Pedra Gravada” decorada com motivos geométricos, e conhecida por Pedra de Ardegães – já que foi descoberta no Lugar de Ardegães – e actualmente encontra-se no Museu de História e Etnologia da Maia.

É uma das dezassete freguesias que constituem o concelho da Maia, estando os seus limites repartidos pelas freguesias de Gueifães, Milheirós, Nogueira, Ermesinde (Valongo), S.Mamede Infesta (Matosinhos) e Pedrouços. A sua superficie é de 7, 860 Km2, sendo a terceira freguesia do concelho em extensão, logo a seguir a Folgosa e a Moreira.

Águas Santas é atravessada pelo rio Leça, que nasce no monte Córdova, em Santo Tirso e desagua em Leça da Palmeira (junto ao porto de Leixões).

Tem cerca de 31 000 habitantes e 20 890 eleitores. Assiste-se a um contínuo crescimento demográfico, associado aos fluxos migratórios de aproximação à cidade do Porto, da qual dista apenas 3,5 Km.

Tem uma população jovem: quase 50 % tem menos de 40 anos de idade.

A taxa de analfabetismo, segundo os Censos de 2001, é de 4, 6% e, segundo os mesmos Censos, cerca de 12% da população da freguesia possui como habilitação literária o Ensino Superior.

Património Arquitectónico

A Igreja de Santa Maria de Águas Santas também designada por Nossa Senhora do Ó, de visível estilo românico é considerada o ex-líbris da freguesia. Foi classificada como monumento nacional por Dec-Lei de 16 de Junho de 1910.

Desconhece-se com exactidão o ano da sua construção, sendo visiveis as alterações ao longo de várias épocas.

Decorria o ano de 1874, quando, lamentavelmente, o pároco António Ascenção Oliveira mandou construir a actual nave do lado sul e substituir os dois arcos ogivais, então existentes, por um só. Esta alteração foi classificada como ” lastimoso erro de ampliação” pelo estudioso padre Agostinho Azevedo.

Também de grande interesse histórico é a capela de Nossa Senhora de Guadalupe, no lugar do Paço, datada de 1633. Data a que, eventualmente, se pode referir alguma reconstrução, já que existe alguma informação de que foi construida em 1580.

Possui riquissimos altares de talha dourada ali colocados em 1746 e totalmente restaurados em 1985.

Todas as imagens da capela também foram restauradas, preservando-se a sua genuinidade.

As paredes interiores e a abóbada sobre o altar-mor da Ermida revelam notaveis pinturas a fresco representando vários passos da Paixão de Jesus Cristo e vários emblemas alusivos a Nossa Senhora de Guadalupe, tirados da ladainha. Restauros iniciados em 2001 e terminados em Maio de 2005.

Não pode deixar de ser admirado um órgão de tubos que ali foi colocado 1827.

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